LuisFerreira Consulting OÜ

Projeto Home

Domótica e Inteligência Artificial com Segurança por Desenho

Versão 1.9 · 2026-06-23 · Luís Ferreira, LuisFerreira Consulting

Este é um caso de estudo. Mostra como integrar agentes de IA numa casa inteligente sem abdicar de segurança e governança. É uma versão de divulgação. Por opção, não revela a topologia de rede, os endereços nem os pormenores de configuração da infraestrutura.

Sobre esta série de documentos

Este é o segundo de três documentos sobre o Projeto Home.

  1. Documento técnico detalhado. Documentação completa e confidencial, com arquitetura, configuração e pormenores de infraestrutura. De uso interno.
  2. Este documento. Versão de distribuição, com uma visão panorâmica e sem dados sensíveis. Destina-se a potenciais interessados em construir algo semelhante.
  3. Documento de divulgação editorial. Vai complementar o artigo no LinkedIn, com link para o artigo completo no site, intitulado «IA agêntica na prática. Dados com qualidade, acessos sob controlo».

1. Resumo

O Projeto Home é um laboratório doméstico que serve de prova de conceito para padrões empresariais.

Faz três coisas simples de enunciar e exigentes de fazer bem. Recolhe a telemetria real da casa de forma contínua. Guarda esses dados numa base de dados própria e soberana (na infraestrutura interna). Dá a um agente de IA acesso útil e controlado a esses dados e ao estado da casa.

O valor não está nos equipamentos. Está no método. O projeto demonstra, à escala doméstica, como dar a um agente de IA acesso a sistemas reais sem abrir mão do menor privilégio, da auditabilidade e do controlo de perímetro. São os mesmos desafios que uma organização enfrenta ao adotar IA agêntica.

Quem queira replicar a ideia encontra aqui o desenho conceptual, o papel de cada peça e exemplos concretos de uso.


2. O que é o Projeto Home

A casa produz dados o tempo todo. Energia solar, consumo, carregamento de veículos elétricos, qualidade da Internet. A maioria desses dados perde-se. As plataformas de domótica guardam o histórico durante poucos dias.

O projeto resolve esse problema com uma separação clara de papéis.

O resultado é uma casa que se explica a si própria. Pode dizer quanta energia produziu, quanto custou carregar os carros elétricos, como esteve a Internet e onde há desperdício.


3. Arquitetura em traços gerais

O sistema organiza-se em cinco camadas. As fontes alimentam coletores próprios. Os coletores guardam tudo numa base de dados analítica. O agente lê através de um perímetro de segurança externa controlado e produz relatórios.

Arquitetura geral do Projeto Home

Figura 1. Visão geral. Os detalhes de rede e de infraestrutura ficam, por opção, fora deste documento.

As escolhas tecnológicas de fundo são deliberadas e comuns. Uma plataforma de domótica madura, uma base de dados de séries temporais, coletores em Python idempotentes (que podem ser executados repetidamente sem gerar dados duplicados), e um agente ligado por um protocolo aberto de ferramentas (MCP). Todas as configurções feitas em ficheiros versionáveis, o que torna o sistema reproduzível.

3.1 Artefactos de hardware e software

A lista seguinte descreve as peças do sistema de forma genérica, com a sua função. Serve de referência para quem queira montar algo equivalente. As marcas indicadas são exemplos do que foi usado, não recomendações exclusivas.

Artefacto Tipo Função
Plataforma de domótica (Home Assistant) Software Integra os equipamentos e expõe o estado da casa em tempo real
Medidores de energia por circuito (Shelly) Hardware Medem potência e energia por circuito. Casa, piscina, carregamento dos veículos e rede
Sensores e atuadores (Sonoff) Hardware Leitura e comutação de pontos específicos da casa
Sistema solar com baterias e monitor (Victron) Hardware Produção solar, armazenamento e estado de carga
Router do operador em modo bypass Hardware Entrega a ligação à rede própria sem a gerir. Passa o sinal ao router próprio
Router próprio com gestão de failover Hardware Gere a ligação e comuta para uma segunda porta WAN quando a principal falha
Segunda ligação WAN (backup em 5G) Serviço Redundância de Internet para garantir continuidade
Perímetro de segurança externa e DNS (Cloudflare) Serviço Filtragem, limitação de tráfego e publicação por túnel de saída, sem abrir portas
Base de dados analítica (PostgreSQL + TimescaleDB) Software Memória longa em séries temporais
Coletores próprios (Python) Software Recolha periódica idempotente, com sinal de vida e monitorização de falhas
Extrator de email Software Procura na caixa de correio mensagens com um perfil definido, por exemplo faturas em PDF, e extrai os anexos para processamento
Importador de faturas (PDF) Software Lê as faturas de eletricidade em PDF e extrai os valores e preços faturados
Agente de IA (Claude, via MCP) Software Consulta o estado e o histórico e gera relatórios verificáveis

Nota sobre a ligação à Internet. O router do operador fica em modo bypass. Não faz a gestão da rede. Quem gere é um router próprio, que controla a ligação e faz failover automático para uma segunda porta WAN. Assim, a casa mantém a Internet mesmo quando a ligação principal falha. É um pilar da resiliência do sistema.

3.2 Como a recolha funciona

Os coletores leem as fontes em ciclo e guardam tudo na base de dados, de forma idempotente (que podem ser executados repetidamente sem gerar dados duplicados). O sistema valida a recolha a intervalos regulares, alertando imediatamente se ocorrerem interrupções ou falhas nos dados. O diagrama mostra a sequência.

Sequência de ingestão. Recolha periódica e vigilância

Figura 2. Sequência de ingestão. Em ciclo curto, o coletor lê o estado e grava amostra e sinal de vida. Em ciclo mais largo, o processo de monitorização confirma que tudo corre e alerta caso existam falhas.


4. O papel do Home Assistant

O Home Assistant é a camada operacional do projeto. Funciona como o núcleo de conectividade e eventos em tempo real do sistema.

Faz três funções centrais.

  1. Integra os equipamentos. Conecta o sistema solar, as baterias, os medidores de circuito e os sensores de Internet num único sítio.
  2. Serve de fonte aos coletores. Os coletores extraem os dados de estado com uma periodicidade de segundos para armazenamento na base analítica, criando o registo histórico que a plataforma nativa não consegue reter.
  3. É a interface operacional do agente. Através de uma conta dedicada e de perfil não administrador, o agente acede ao estado do sistema, ficando limitado às entidades previamente validadas e autorizadas.

A opção pelo Home Assistant assegura o acesso a um ecossistema vasto e a uma interface de programação de aplicações (API) aberta. Contudo, o fator determinante reside na disciplina com que se expõe apenas a informação estritamente necessária, princípio detalhado no capítulo 7.


5. Os agentes de IA. Criação e objetivos

O agente é o Claude. Liga-se à casa por dois canais distintos e independentes, através do Model Context Protocol (MCP). Separar os canais é, por si, uma decisão de segurança. O acesso operacional e o acesso analítico não partilham credenciais nem perímetro.

Os dois canais do agente e os seus objetivos

Figura 3. Dois canais, dois objetivos, dois níveis de privilégio.

Canal operacional. O estado da casa

Liga ao Home Assistant. Lê o estado atual e permite um controlo limitado e seguro.

Objetivo. Responder a perguntas sobre o agora. Quanta energia se produz neste momento, como está a Internet, qual o estado dos dispositivos. A conta é dedicada e não administradora.

Canal analítico. A memória longa

Liga à base de dados, com um papel só de leitura e em modo restrito. Nunca escreve.

Objetivo. Responder com histórico e tendências. Produzir relatórios verificáveis sobre energia, carregamento dos veículos e qualidade da Internet, ao longo de dias e meses. Inclui ainda a leitura das faturas de eletricidade em PDF e a sua conferência contra o consumo medido.

Porque dois agentes e não um

Um único agente com acesso total seria mais simples e muito mais perigoso. A separação garante que o canal que analisa o histórico nunca pode atuar sobre a casa. E que o canal que vê a casa não tem uma janela aberta para todo o histórico. Cada um tem o mínimo de que precisa.


6. Resumo dos agentes e onde correm

O projeto combina dois tipos de peças. Automatismos próprios, construídos de raiz, que recolhem e preparam os dados. E um agente de inteligência artificial, o Claude, que consulta e raciocina sobre esses dados.

Um princípio de desenho atravessa tudo. Os dados e os automatismos ficam em casa, em infraestrutura própria (on-premises). Só o modelo de IA é um serviço na cloud. O acesso a casa passa sempre por uma camada de periferia controlada.

Componente Construído ou usado Onde corre Função
Coletores de telemetria Construído On-premises, servidor local Recolhem o estado da energia, dos circuitos e da rede, e gravam o histórico
Extrator de email Construído On-premises, servidor local Procura na caixa de correio mensagens com um perfil definido, por exemplo faturas em PDF, e extrai os anexos
Importador de faturas Construído On-premises, servidor local Lê as faturas de eletricidade e extrai valores e preços
Base de dados analítica Construído On-premises, servidor local Memória longa em séries temporais
Conector operacional (Home Assistant) Construído On-premises, publicado por túnel de saída Dá ao agente o estado da casa, sob menor privilégio
Conector analítico (base de dados) Construído On-premises, publicado por túnel de saída Dá ao agente o histórico, só de leitura
Camada de periferia e DNS Usado (serviço) Cloud Filtra, limita e publica o acesso sem abrir portas
Agente de IA (Claude) Usado (serviço) Cloud do fornecedor Consulta, raciocina e gera relatórios. Por si, não guarda nem controla nada

A leitura é simples. Tudo o que é dado da casa vive e corre em casa. O agente de IA é o único componente na cloud, e só lê o que lhe é exposto, através do perímetro. É esta separação que mantém o controlo do lado de quem é dono dos dados.


7. Segurança e governança como requisito nuclear

Esta é a componente central do projeto: a segurança não atua como um acrescento posterior, mas como um requisito de desenho obrigatório e presente em todas as camadas.

O princípio orientador é a defesa em profundidade. Vários controlos independentes, de modo que a falha de um não comprometa o conjunto.

Princípio O que significa na prática
Menor privilégio Cada identidade tem só o acesso de que precisa. O canal analítico só lê
Segregação de funções O acesso operacional e o analítico são separados, com credenciais e perímetros distintos
Perímetro de segurança externa O acesso do agente passa por uma camada de segurança externa com filtragem e limitação de tráfego
Sem portas abertas A publicação faz-se por um túnel de saída, não por abertura do router
Gestão de credenciais e chaves de cifragem As credenciais ficam fora do código e do controlo de versões
Auditabilidade Cada ciclo de recolha deixa um sinal de vida. Há vigilância com alerta. O acesso é identificável
Supervisão humana O agente informa. A pessoa decide. Nada crítico é automático

A lição central

A lição mais valiosa nasceu de um quase-incidente. Após um reinício, a plataforma de domótica auto-expôs uma grande quantidade de entidades ao agente, incluindo comandos sensíveis da casa. O problema foi detetado, diagnosticado e revertido.

A norma estabelecida é simples e replicável em qualquer organização: o agente acede apenas ao subconjunto estritamente necessário de funcionalidades. A ativação automática de novas capacidades permanece inativa por predefinição e todas as funções críticas ou de cariz acionável são excluídas da exposição externa.

Risco residual, assumido e documentado

Nenhum sistema é isento de risco. O projeto identifica os riscos residuais, regista-os e define a melhoria futura. Esta postura, mais do que qualquer controlo isolado, é o que distingue uma adoção madura de IA agêntica de uma experiência improvisada.


8. Exemplos de prompts e resultados

A melhor forma de perceber o valor é ver o agente a trabalhar. Seguem seis pedidos reais e os resultados que produzem. Os relatórios são gerados a partir dos dados da casa, com cálculo determinístico e supervisão humana.

Prompt 1. Balanço de energia

"Mostra-me o balanço de energia da casa nos últimos dias. Produção solar, consumo, rede e bateria."

O agente analisa o histórico e apresenta conclusões inequívocas: a produção solar assegura o consumo diurno e o carregamento dos sistemas de armazenamento. No período noturno, verifica-se a descarga das baterias para suprir as necessidades do sistema, mantendo a importação de energia da rede pública num nível residual.

Balanço de energia horário

Resultado. Balanço horário. O amarelo é a produção solar. A bateria a verde fica negativa quando descarrega, ao fim do dia.

Prompt 2. Qualidade da Internet

"Como esteve a minha Internet nas últimas 24 horas? Compara o circuito principal com o de backup."

Após o cruzamento do débito medido com a latência ativa, o agente emite um resumo técnico. Os dados confirmam que o circuito principal operou com o débito nominal contratado e baixa latência. O circuito secundário garante a tolerância a falhas, mas regista uma latência elevada, servindo propósitos de continuidade de negócio e não de tráfego de baixa latência.

Latência horária do circuito principal
Débito horário do circuito principal

Resultado. Em cima, a latência. Em baixo, o débito de download e upload ao longo do dia.

Prompt 3. Carregamento dos veículos elétricos

"Quanto consumiram os carros a carregar e em que dias?"

O agente isola o circuito de carregamento e apresenta o consumo diário. Os picos correspondem aos dias em que um dos veículos carregaram. Nos restantes dias, o consumo é residual. Esta leitura permite decidir quando carregar para aproveitar o sol ou a tarifa de vazio.

Carregamento diário dos veículos elétricos

Resultado. Consumo diário do circuito de carregamento. Os dias 14 e 16 mostram carregamentos fortes dos carros.

Prompt 4. Estado da casa agora

"Qual é o estado da casa neste momento? Energia, baterias e Internet."

Pelo canal operacional, o agente lê o estado em tempo real e responde em linguagem natural. Por exemplo, a produção solar atual, o estado de carga da bateria, e se a Internet está dentro dos valores normais. É a pergunta do dia a dia, respondida com dados, não com estimativas.

Prompt 5. Produção e consumo detalhado, em HTML

"Como foi a produção e consumo de energia nas últimas 70 horas. Usa todos os sensores e dados do E-REDES. Detalha os consumos por Piscina, VE, Cozinha/Fogão/Forno. O output deve ser em formato HTML."

O agente cruza a produção solar, o consumo total e a medição por circuito, e ainda as leituras oficiais do E-REDES. Devolve um relatório em HTML com o detalhe pedido.

Nas últimas 70 horas, a produção solar (56,4 kWh) cobriu quase todo o consumo da casa (57,2 kWh). A importação de rede ficou perto de 11 kWh, valor confirmado pelas leituras oficiais do E-REDES. No detalhe por circuito, a casa em geral consumiu 52,4 kWh, a piscina 20,6 kWh e o carregamento dos veículos 6,9 kWh.

Este cenário evidencia uma característica estrutural do agente: face à ausência de contadores individuais na cozinha, no fogão e no forno, cujo consumo se encontra integrado no circuito geral, o agente opta por assinalar a lacuna em vez de estimar ou interpolar dados. Para isolar o consumo deste espaço, bastará instalar um medidor dedicado, o que constitui uma evolução planeada para o projeto.

Relatório HTML de produção e consumo das últimas 70 horas

Resultado. Relatório em HTML gerado pelo agente. Produção solar, consumo total e detalhe por circuito. A cozinha está incluída no circuito geral, por não ter medidor próprio.

Prompt 6. Conferência da fatura de eletricidade

"Lê a fatura da EDP em PDF, extrai os kWh faturados e os preços, e confere o consumo faturado contra o que foi medido em casa. Assinala desvios."

A fatura chega por email. Um automatismo próprio procura na caixa de correio as mensagens com o perfil certo, por exemplo as faturas da EDP, e guarda o PDF para processamento. A partir daí entra o agente.

Este é um dos exemplos mais completos. O agente lê a fatura em PDF, um documento não estruturado, e extrai os dados num formato verificável: período, kWh por escalão, preços e total. Depois cruza esses valores com o consumo medido e com as leituras oficiais do distribuidor, no mesmo período. Por fim, assinala os desvios e apresenta o resultado para validação humana.

Estão aqui vários padrões de agente em conjunto. Leitura multimodal do PDF. Extração com saída estruturada. Cálculo determinístico fora do modelo, feito em código, para a reconciliação ser auditável. E decisão humana no fim. O agente informa, a pessoa decide.

Há um cuidado adicional de privacidade. A fatura contém dados pessoais, como nome, morada e identificadores. O desenho minimiza a retenção desses dados e trata-os com proteção reforçada. Por essa razão, esta capacidade não é ilustrada com imagens neste documento.


9. Resultados e lições

Em poucas semanas, o projeto passou de um inventário em papel para um sistema vivo. Recolha contínua, memória soberana (na infraestrutura interna) e consulta por agente, com controlos de segurança em cada camada.

As lições mais transferíveis são três.

  1. A segurança desenha-se, não se acrescenta. Cada nova capacidade veio acompanhada do seu controlo e do seu risco residual.
  2. A curadoria da exposição é decisiva. Ao agente expõe-se o mínimo. O resto fica fora do seu alcance.
  3. O cálculo fica fora do modelo. Os números são calculados em código e na base de dados. O agente coordena e explica. Isto torna os resultados verificáveis e auditáveis.

10. Como replicar, em traços gerais

Para quem queira construir algo semelhante, o caminho de alto nível é este.

  1. Comece pela memória. Escolha uma base de dados de séries temporais e comece a guardar a telemetria que hoje se perde.
  2. Separe o tempo real da memória longa. A plataforma de domótica para o tempo real. A base de dados para o histórico.
  3. Dê acesso ao agente por canais separados. Um para ler o estado, outro para ler o histórico. Cada um com o mínimo privilégio.
  4. Trate a segurança como requisito, desde o primeiro dia. Menor privilégio, segregação, perímetro, segredos protegidos e auditabilidade.
  5. Mantenha a pessoa no comando. O agente informa e propõe. As decisões críticas são humanas.

O esforço maior não é técnico. É de disciplina. Documentar, versionar e rever cada passo.


11. Sobre o autor

Luís Ferreira é consultor sénior de TI e de risco, com mais de 40 anos em tecnologia empresarial. Trabalha com administrações, direções financeiras e direções de sistemas e de segurança, em temas de estratégia digital, segurança da informação, governança e adoção responsável de IA.

Este caso de estudo nasce de um projeto pessoal, mas o método é transferível para o contexto empresarial. Menor privilégio, curadoria de exposição, perímetro de segurança externa e auditabilidade são os mesmos pilares de uma adoção segura de IA agêntica em qualquer organização.

Pode contactar Luís Ferreira através do site da LuisFerreira Consulting em https://luisferreira.pt .


12. Anexos. Galeria de dashboards reais

Esta galeria reúne os dashboards reais gerados pelo agente a partir dos dados da casa. São os relatórios completos, tal como produzidos. Incluem valores e detalhe operacional, mantidos por opção do autor.

Dashboard de latência das ligações WAN

Figura 4. Latência das duas ligações de Internet aos principais destinos.

Briefing diário de acesso à Internet

Figura 5. Briefing diário de Internet. Débito, latência e qualidade do serviço.

Relatório de energia da casa

Figura 6. Relatório de energia. Produção solar, consumo, baterias e detalhe por circuito.

Relatório de veículos elétricos e E-REDES

Figura 7. Carregamento dos veículos elétricos cruzado com as leituras oficiais do E-REDES.


Documento de divulgação do Projeto Home. Versão 1.8, 2026-06-21. Os gráficos e dashboards resultam de dados reais da casa. O texto não inclui a topologia de rede, endereços nem pormenores de configuração. Os dashboards em anexo são reais e incluem identificadores internos, por opção do autor.